domingo, 2 de novembro de 2008

ESCUTA! OLHA!
O SENHOR É DEUS DOS VIVOS...

Testemunhar significa dizer a outros o que vimos e ouvimos. Se nada vemos e nada ouvimos, nada poderemos testemunhar! Se o fizéssemos, falaríamos sem saber; não seríamos credíveis nem convincentes. “O que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplámos e o que as nossas mãos apalparam, vo-lo anunciamos “ (1Jo 1, 1-3). Podemos ver porque Jesus, morto e ressuscitado, Se faz presente. Ouvimos porque fala. Mas não basta ter olhos para ver, nem ouvidos para ouvir. Maria Madalena olhou e não viu. Os discípulos de Emaús escutaram mas não ouviram. Só quando comungaram o Espírito do Ressuscitado, os olhos perderam as escamas e os ouvidos se abriram.
Que vemos e ouvimos, então? O mesmo que os discípulos, agora com os olhos e ouvidos, não menos autênticos, da fé, Jesus elevado sobre o monte, vestindo brancas vestes, de rosto resplandecente. Se não O virmos e ouvirmos nas linhas com que se cose a vida, nossa e dos outros, como ressuscitado, nada poderemos testemunhar. Diremos apenas o que os outros disseram, por terem ouvido também, como eco que se propaga até desvanecer. Mas quem se alegra em Jesus Cristo não poderá calar tanta alegria: “Nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (Act 4, 20). O testemunho só pode nascer do encontro.
A fé é bela e harmoniosa. Quando se descobre como tesoiro precioso, tem força movedora de montanhas. No entanto, é oferta simples, tão simples que todos a podem acolher. Inesgotável, sempre nova, em cada pessoa única. Confiança nascida da eleição: “Tu és meu filho; eu, hoje, te gerei” (Lc 3, 22). Cada pessoa possui a originalidade que a faz ser quem é. Assim cada cristão. A autenticidade do testemunho será a marca dessa singularidade e riqueza pessoal. Como baptizados, vivemos a mesma vida de Deus: o Espírito Santo. É a testemunha de Cristo por excelência: “quando vier o Paráclito que eu vos enviarei da parte do Pai, Ele dará testemunho de Mim” (Jo 15, 26). Só n’Ele, a comunhão com Cristo e com os irmãos é verdadeira e o testemunho autêntico. O dom do Espírito inicia a vida nova de Apóstolos. Todas as barreiras dos horizontes demasiados estreitos se desmoronam. Agora, vivem a vida do Ressuscitado, comungam o dinamismo do seu Espírito. Por isso, testemunham! Homens, mulheres, jovens, crianças testemunham, como Jesus, que o dom do sangue é semente de vida nova. Assim ao longo dos tempos. Hoje quase a iniciar um novo milénio, o mundo continua a necessitar do nosso testemunho. Que seja alegre! Não é a alegria da Ressurreição? Não é a festa sinal da vida? “Alegrai-vos” (Mt 28, 9); “que a vossa alegria seja completa” (Mt 18, 22); “ninguém vos tirará a vossa alegria” (Mt 18, 22), diz Jesus. O testemunho é autêntico se for alegre. Transparece espontâneo, contagia sem esforço.
Poderemos testemunhar um Deus morto? Sim, podemos! E é o que fazemos tantas vezes. Mas é um falso deus, porque Aquele em quem colocamos a nossa esperança é Deus de vivos, não de mortos; Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob; peregrino entre nós. Colocar Deus longe, inatingível, olhando de cima como quem vigia, é testemunhar um deus morto e ocultar o Deus vivo. Mas se olhar para o ícone verdadeiro da Santíssima Trindade, então vejo Deus próximo, comungando o Amor, no qual sou convidado a entrar “Vinde, benditos de Meu Pai, para o banquete que vos está preparado” (Mt 25, 34).
Porque Deus é amor, amar quem me está próximo será testemunhar Deus vivo, presente. Sabendo-nos filhos amados, veremos e ouviremos o Deus da vida. Assim, testemunhá-l’O-emos vivo.
O mundo que amamos como nosso, tem necessidade desse testemunho, autêntico, alegre.

Fonte: Boletim Igreja Viva (Paróquia de S. Lourenço de Ermesinde)

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008


Todas as pessoas podem ser grandes porque todas podem servir.

Não é preciso ter um diploma universitário para servir.

Não é preciso fazer concordar o sujeito e o verbo para servir.

Basta um coração cheio de graça.

Uma alma gerada pelo amor.

(Martin Luther King)

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008


A liturgia do 28º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem do “banquete” para descrever esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim que Deus quer oferecer a todos os seus filhos.
O Evangelho sugere que é preciso “agarrar” o convite de Deus. Os interesses e as conquistas deste mundo não podem distrair-nos dos desafios de Deus.
A opção que fizemos no dia do nosso baptismo não é “conversa fiada”; mas é um compromisso sério, que deve ser vivido de forma coerente.

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domingo, 5 de outubro de 2008


A liturgia do 27º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem da “vinha de Deus” para falar desse Povo que aceita o desafio do amor de Deus e que se coloca ao serviço de Deus. Desse Povo, Deus exige frutos de amor, de paz, de justiça, de bondade e de misericórdia.

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sábado, 4 de outubro de 2008

Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, Úmbria, Itália, em 1182.

Pertencia à burguesia e dessa condição tirava todos os proveitos.

Como seu pai, tentou o comércio, mas logo abandonou a ideia por não sentir vocação para tal.

Sonhou, então, com as glórias militares, procurando, desta maneira, alcançar o ‘status’ que sua condição exigia.

Contudo, em 1206, para espanto de todos, Francisco de Assis abandonou a vida fácil, passando a andar errante e maltrapilho, numa verdadeira afronta e protesto contra sua sociedade burguesa.

Entregou-se totalmente a um estilo de vida fundado na pobreza, na simplicidade de vida, no amor total a todas as criaturas. Com alguns amigos deu início ao que seria a Ordem dos Frades Menores ou Franciscanos.

Com Santa Clara, sua dilecta amiga, fundou a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas.

Em 1221, sob a inspiração de seu estilo de vida, nasceu a Ordem Terceira para os leigos consagrados.

O Pobrezinho de Assis, como era chamado, foi uma criatura de paz e de bem, terno e amoroso.

Amava os animais, as plantas e toda a Natureza. Poeta, cantava o Sol, a Lua e as Estrelas.

A sua alegria, a sua simplicidade, a sua ternura granjearam-lhe estima e simpatia tais que fizeram dele um dos santos mais populares e queridos dos nossos dias.

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domingo, 28 de setembro de 2008

A liturgia deste 26º Domingo do Tempo Comum deixa claro que Deus chama todos os homens e mulheres a empenhar-se na construção desse mundo novo de justiça e de paz que Deus sonhou e que quer propor a todos os homens. Diante da proposta de Deus, nós podemos assumir duas atitudes: ou dizer “sim” a Deus e colaborar com Ele, ou escolher caminhos de egoísmo, de comodismo, de isolamento e demitirmo-nos do compromisso que Deus nos pede.

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domingo, 22 de junho de 2008

São João Baptista era filho de Zacarias e de Santa Isabel. Chamava-se "Baptista" pelo facto de ser um "baptizado" (cf. Lucas 3,3). João, cujo nome significa "Deus é propício", veio à luz em idade avançada de seus pais (cf. Lucas 1,36). Parente de Jesus, foi o precursor do Messias. É João Baptista que aponta a Jesus, dizendo: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Dele é que eu disse: Depois de mim, vem um homem que passou adiante de mim, porque existia antes de mim" (João 1,29ss.). De si mesmo deu este testemunho: "Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai os caminhos do Senhor..." (João 1,22ss.).
São Lucas, no primeiro capítulo de seu Evangelho, narra a concepção, o nascimento e a pregação de João Baptista, marcando assim o advento do Reino de Deus no meio dos homens. A Igreja celebra-o desde os primeiros séculos do cristianismo. É o único santo cujo nascimento (24 de Junho) e martírio são evocados em duas solenidades pelo povo cristão. O seu nascimento é celebrado pelo povo com grande júbilo: cantos e danças folclóricas, fogueiras e quermesses fazem da sua festa uma das mais populares e queridas da nossa gente.

Quem virá a ser este menino?

Embora fossem os pais que desejaram e pediram este filho, foi o Senhor que o escolheu e marcou, ainda antes de nascer, para a missão que o esperava na vida (Evangelho). Também a Isaías, ao dar-se conta da missão a que era chamado na vida, o Senhor lhe revelou que o marcara antes de nascer (1ª leitura). E também a nós, antes de nascermos, nos marcou o Senhor para estes tempos cristãos, diz S. Pedro (2ª leitura).
Deus não chama ninguém à vida sem uma missão que lhe dê sentido e os dotes e graças que para isso precisa. Importa é dar-se conta dela, ser-lhe fiel e «pôr no Senhor a nossa esperança» para a cumprir (Salmo).

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

ROMA, quinta-feira, 22 de maio de 2008 - solenidade do Corpus Christi - Ao presidir à celebração do Corpus Christi, que culminou com uma procissão pelas ruas centrais de Roma, Bento XVI assegurou que a Eucaristia trouxe a maior revolução da história da humanidade.

Uma revolução social, pois perante a Eucaristia os fiéis reúnem-se deixando de lado sua condição social, suas convicções políticas e até suas preferências mútuas.

Foi o que o pontífice explicou na homilia da missa que presidiu na praça da Basílica de São João de Latrão, a catedral do bispo de Roma. Os presentes eram uma prova viva das palavras do Papa: havia Missionárias da Caridade da Madre Teresa, escoteiros, cardeais, cavaleiros do Santo Sepulcro, peregrinos de todos os continentes.

Meditando sobre o mistério eucarístico, o pontífice comentou uma famosa frase do apóstolo Paulo: «já não há judeu nem grego; nem escravo nem livre; nem homem nem mulher, já que todos vós sois um em Cristo Jesus».

«Nestas palavras percebe-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana, que se experimenta precisamente ao redor da Eucaristia – reconheceu: aqui se reúnem na presença do Senhor pessoas de diferentes idades, sexo, condição social, idéias políticas».

Segundo o pontífice, «a Eucaristia não pode ser nunca um acto privado, reservado a pessoas escolhidas segundo afinidades ou amizade. A Eucaristia é um culto público, que não tem nada de esotérico, de exclusivo».

«Não decidimos com quem gostaríamos de nos reunir, viemos e nos encontramos uns com os outros, reunidos pela fé e chamados a nos convertermos em um único corpo, compartilhando o único Pão que é Cristo», indicou.

«Estamos unidos para além de nossas diferenças de nacionalidade, de profissão, de classe social, de idéias políticas: nos abrimos uns aos outros para nos convertermos em uma só coisa a partir d´Ele», afirmou.

De facto, reforçou, «esta, desde o início, foi uma característica do cristianismo realizada visivelmente em torno da Eucaristia, e é bom sempre velar para que as recorrentes tentações de particularismo, ainda que de boa fé, não vão, de fato, no sentido oposto».

Portanto, concluiu, o Corpus Christi « recorda-nos, antes de tudo, isto: que ser cristãos quer dizer reunir-se de todas as partes para estar na presença do único Senhor e se tornar n’Ele uma só coisa».

Esta comunidade dos cristãos de Roma e peregrinos fez-se patente depois, quando o Santíssimo Sacramento percorreu o caminho que leva da Basílica de São João de Latrão à Basílica de Santa Maria a Maior.

O Papa seguia a Eucaristia ajoelhado em um reclinatório, em cima de um caminhão branco, coberto com um toldo, quando começava a cair a noite sobre a Cidade Eterna.


Fonte: ZENIT.org

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quarta-feira, 21 de maio de 2008


A Solenidade Litúrgica do Corpo e Sangue de Cristo, conhecida popularmente como “Corpo de Deus”, começou a ser celebrada há mais de sete séculos e meio, em 1246, na cidade belga de Liège, tendo sido alargada à Igreja universal pelo Papa Urbano IV através da bula “Transiturus”, em 1264, dotando-a de missa e ofício próprios. Em 1311 e em 1317 foi novamente recomendada pelo Concílio de Vienne (França) e pelo Papa João XXII, respectivamente. Nos primeiros séculos, a Eucaristia era adorada publicamente, mas só durante o tempo da missa e da comunhão. A conservação da hóstia consagrada fora prevista, originalmente, para levar a comunhão aos doentes e ausentes. Só durante a Idade Média se regista, no Ocidente, um culto dirigido mais deliberadamente à presença eucarística, dando maior relevo à adoração. No século XII é introduzido um novo rito na celebração da Missa: a elevação da hóstia consagrada, no momento da consagração. No século XIII, a adoração da hóstia desenvolve-se fora da missa e aumenta a afluência popular à procissão do Santíssimo Sacramento. A procissão do Corpo e Sangue de Cristo é, neste contexto, a última da série, mas com o passar dos anos tornou-se a mais importante.

Do desejo primitivo de “ver a hóstia” passou-se para uma festa da realeza de Cristo, na “Chirstianitas” medieval, em que a presença do Senhor bendiz a cidade e os homens.

A “comemoração mais célebre e solene do Sacramento memorial da Missa” (Urbano IV) recebeu várias denominações ao longo dos séculos: festa do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; festa da Eucaristia; festa do Corpo de Cristo. Hoje denomina-se solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, tendo desaparecido a festa litúrgica do “Preciosíssimo Sangue”, a 1 de Julho.

A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canónico, no qual se refere que “onde, a juízo do Bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo” (cân 944, §1).

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sábado, 19 de abril de 2008
REGINA COELI
Antífona de Nossa Senhora (V. realeza de Maria) com que termina a celebração da hora de *Completas no tempo pascal (IGLH 92). Bento XIV (20.4.1742) determinou que esta antífona substitua o *Angelus, durante o tempo pascal.
ANTÍFONA
Em liturgia, é um versículo, geralmente tirado da Bíblia, que o povo canta ou recita em certos momentos da missa e outras celebrações e especialmente no início e fim dos *Salmos do *Ofício Divino ou *Liturgia das Horas. É uma das principais formas de participação do povo de Deus na oração oficial da Igreja.
RAINHA DO CÉU (Regina Coeli)

V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia.
R. Porque Aquele que trouxestes em vosso ventre, Aleluia.
V. Ressuscitou como disse. Aleluia.
R. Rogai por nós a Deus. Aleluia.

V. Exultai e alegrai-vos, Virgem Maria, Aleluia,
R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia.

Oremos.
Senhor, que enchestes o mundo de alegria
pela ressurreição do vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, fazei que, pela intercessão da Virgem Santa Maria, sua Mãe, alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Nosso Senhor.
R. Ámen.

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terça-feira, 15 de abril de 2008


Existe um itinerário na Igreja chamado Via Lucis, o caminho da Luz, que vai da ressurreição à vinda do Espírito Santo.

É uma nova forma de expressar a alegria pascal, isto é a passagem de Cristo da morte à vida, até ao Pentecostes ou vinda do Espírito.

Este caminho celebra-se depois da Semana Santa, no tempo Pascal, é um tempo de meditação, de festa, de caminhada pascal, um caminho alegre onde a Igreja convida a viver de modo alegre e em festa a vida que Deus nos dá em Cristo.

A celebração deste caminho dura 50 dias e tem 14 estações ou passagens sobre a vida de Jesus. De facto, constitui o natural culminar da Via Crucis, a Via-sacra ou caminho da Cruz, e como este também é composto de ilustrações das passagens mas importantes e significativas do caminho de Jesus depois da morte.
Fonte:

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O Nosso Lema é
VIVER * AMAR * SERVIR
O NOSSO FÓRUM
Jesus disse:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por Minha causa, salva-la-á.
Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vier a prejudicar a sua vida? Ou que dará um homem em troca da sua vida?...
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras."

Neste espaço virtual, queremos também deixar passar Deus, reflectindo sobre Ele, nós e o mundo.
Aniversário - 29 de Abril - SANTA CATARINA DE SENA (Virgem, Doutora da Igreja e co-padroeira da Europa)
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