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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Estava ontem no comboio, quando me deparei com um exemplar do Destak no banco à minha frente e uma das notícias da primeira página, me chamou a atenção: "Autópsia revela causa da morte de Cristo". Sem ninguém ver, rasguei o quadradinho correspondente à notícia, que passo a transcrever:
"Autópsia revela causa da morte de Cristo Jesus Cristo não morreu de enfarte, nem de asfixia e apenas carregou uma parte da cruz e não a totalidade.
Horas antes da sua morte, Jesus suava sangue. É um dos poucos casos registados de hematidrose, um fenómeno raro que acontece a pessoas sob uma tensão e pânico extremos. As finas glândulas sudoríporas rompem-se, fazendo com que o suor se misture com o sangue. A explicação é dada por Frederick Zugibe, médico legista norte-americano, que no livro A Crucifixão de Jesus revela a verdadeira causa da morte de Cristo. Não terá sido por enfarte, nem devido à lança que, na cruz, lhe espetaram no coração (Nota minha: de certeza que foi erro na transcrição, óbvio que a lança não acertou no coração, mas sim no lado). Aquele que é considerado uma sumidade nos estudos da crucifixão garante que Jesus sucumbiu a uma paragem cardíaca e respiratória devido à perda de sangue e fluidos e aos castigos físicos que causaram um choque traumático. O investigador acrescenta que Jesus ainda estava na cruz quando o coração parou.
Teorias desmentidas
Zugibe, ex-patologista chefe do Instituto de Medicina Legal de Nova Iorque, desmente várias teorias clássicas, algumas delas do filme A Paixão de Cristo: Jesus só carregou o tronco horizontal da Cruz e não a totalidade; e só a parte de trás do seu corpo foi açoitada.
A morte de Cristo, passo a passo
1 - Suar sangue: Jesus sofreu uma hematidrose. Sob forte stress, suou uma mistura de suor e sangue, devido ao rompimento das glândulas suporíporas; 2 - Palidez: Em situações de angústia, o fluxo sanguíneo é desviado de outras regiões para o cérebro, para estimular a percepção e dar maior força aos músculos; 3 - Hemorragias: Cristo foi açoitado com chicotes de três tiras, com ossos de carneiro na ponta. Os 117 golpes provocaram-lhe desmaios, hemorragias e acumulação de sangue e líquido nos pulmões; 4 - Dores lancinantes: A coroa de espinhos rompeu a pele do couro cabeludo, atingindo nervos muito sensíveis; 5 - Paragem cardíaca: As mãos e pés foram pregados e uma lança perfurou-lhe o peito: o choque traumático e a perda de sangue levaram à paragem cardíaca e respiratória."
in Destak
Acho isto muito interessante. Vem de encontro ao que já sabemos e acrescenta alguns dados/"provas" para o sofrimento que Cristo padeceu. Não descuremos a condição humana que este Cristo que é Deus tomou e que O levou até este caminho longo e penoso de um sofrimento sobre-humano, com o único propósito de nos salvar a todos.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Olá amigos!!!No Domingo passado teve lugar o segundo encontro de oração vocacional para jovens. Foi uma oração muito bonita cujo tema era “Toma a tua Cruz”. Estiveram presentes alguns elementos dos diferentes grupos da Paróquia de Ermesinde bem como outros que não pertenciam a nenhum grupo. Foi pena estarmos poucas pessoas em representação do Sol Nascente, mas pronto, não critico ninguém, se calhar tiveram outros compromissos. A oração começou com uma música escolhida por nós (de facto todas foram, já que o nosso grupo foi escolhido para isso), “Mostrai-nos Senhor”. De seguida, foi-nos dada uma folha com três histórias que nos fizeram reflectir... Vou partilhar com vocês essas histórias: • O António vivia zangado com a vida: dizia que já não aguentava mais tanto sofrimento, as contas para pagar (a prestação da casa, a conta do hipermercado, o passe do autocarro), o preço da gasolina, o selo do carro, os transportes públicos lotados, o patrão que o chateava de manhã à noite, a mulher, os filhos... Um dia, no meio de suas reclamações, apareceu-lhe Deus e disse: - António, poque reclamas tanto da tua vida??? E ele: - Meu Deus, não aguento mais esta minha cruz, ela é muito pesada para mim. E então, Deus pensou um pouco e disse: - Bom, apesar de reclamares muito da vida, tens sido um bom homen, trabalhador, honesto, bom pai e bom marido. Vou tirar-te a cruz, e deixar que tu mesmo escolhas a cruz que desejas carregar... António ficou muito contente... Deus então mandou-o entrar numa sala e escolher a cruz que achasse melhor... António entrou na sala e ficou a olhar para todas uma panóplia de cruzes: de madeira maciça, de metal, desde uma gigantesca que tocava no tecto até uma pequenina, meio escondida, no canto da sala. Então António, que não era tolo nenhum, correu a agarrar a pequena cruz e gritou para Deus: - Pronto já escolhi!!! Eu quero esta pequenina aqui!!! Deus então mandou António virar a cruz e ler em voz alta o nome que lá estava gravado. António virou-a e viu o seu nome gravado nela. Aquela cruz pequena tinha sempre sido a sua... • Uma igreja, confrontada com a constante redução de fiéis nas suas cerimónias, decidiu contratar uma empresa de marketing e consultoria, de firmados créditos no mercado, para avaliar o que seria necessário fazer para aumentar o público que a frequentava. Após um rigoroso estudo de mercado, a empresa solicitou uma reunião com os responsáveis da igreja, para lhes apresentarem as conclusões. Entre as muitas sugestões dadas pelos consultores de marketing, houve uma que se destacou: eles sugeriram que a igreja retirasse a cruz da parede, dos impressos, das pregações. Segundo os especialistas, a cruz espantava os “clientes” da igreja... • A vida é um eterno caminhar. Todos caminham levando uma cruz nas costas. Uma cruz que, para cada um, sempre é mais pesada que a do outro. Conta-se que existia um homem, que era muito esperto e um dia disse: “Eu vou ficar andando com esta cruz grande e pesada? Vou é fazer uma coisa: vou cortar um pedacinho da cruz e ninguém vai ver”. Ele cortou um pedaço da cruz e continuou caminhando. Engraçado, ninguém lhe disse nada. Ninguém reclamou com ele aquele pedacinho da cruz. Aí ele disse: “Como sou esperto! Já que agora eu cortei um pedacinho e ninguém reclamou, vou cortar mais um pedacinho”. Continuou andando e ninguém lhe veio dizer que não podia cortar pedaços da cruz. Ele continuou caminhando confiante, porque a cruz tinha ficado mais leve sem os dois pedaços. Assim ele foi fazendo a sua caminhada, cortando pedaços da cruz, até que a cruz ficou pequenina e ele a carregou nos ombros sem sentir muito peso, sem muito problema. Uma multidão caminhava junto dele, cada um com a sua cruz pesada e ele, o grande homem, o homem que tinha descoberto o sentido da vida que era cortar a cruz, caminha tranquilo, sem esforços, sem sofrimento e sem cansaço. Mas, como todos os homen que caminhavam pela planície da vida, um dia ele chegou ao desfiladero onde tinha um precipício muito grande para passar para o outro lado. Ele então pensou: “E agora, como eu vou fazer para passar?” Então, um anjo apareceu à vista de todos que estavam à beira do precipício e disse: “Do outro lado está a terra prometida. Do outro lado está a vida que vocês sempre quiseram. Sabem: a cruz que cada um carregou é do tamanho exacto do ponto do desfiladero por onde vocês têm que passar. Usem a cruz como ponte e vocês atravessam”. Ora, o nosso amigo estava lá com o seu pedacinho de cruz e ela não alcançava o outro lado do desfiladero. Todos os outros passaram pela cruz e no momento que chegavam ao outro lado, ela desaparecia. Mas o homem que carregava o pedacinho de cruz teve que voltar pela mesma estrada para recolher as partes que ele tinha cortado, para juntar tudo e poder passar. Depois de reflectir acerca de estas três histórias fizeram-nos pensar o seguinte: qual o pedacinho de cruz que nós cortamos cada dia para aliviar o seu peso?? Pensemos nisso que vale a pena. Cantamos a segunda música “ Ninguém te ama” Em seguida, o Padre Maurício fez uma reflexão acerca da cruz da nossa vida e, no fim, cada um de nós beijou a cruz, pensando no que deveria mudar nesta Quaresma. No final, todos juntos lemos a oração diante da cruz que passo a escrever: Oração diante da Cruz Esta geração pede sinais. A tua cruz levanta-se destilando sinais de esperança. Jesus, diante da tua Cruz, guardamos silêncio com o coração suspenso. Não pedimos milagres, só um pouco de fé, esperança para as pessoas sem esperança. anunciando o Amor de um Deus “Abba”. Diante da Tua Cruz, prostrámo-nos contemplando a tua fidelidade e a tua entrega sem reservas. O mal do Mundo e o nosso mal, a mentira social e a nossa mentira, quiseram fazer-te desaparecer e (quase) o conseguiram. Detiveram-te, toeturaram-te, justiçaram-te até à morte de cruz... Senhor Jesus, diante da tua Cruz, vendo o teu rosto deformado portador de tantos rostos doloridos dos nossos irmãos homens, e vendo, junto a Ti e a eles, a Maria, a tua e a nossa Mãe, recebendo-nos como herança testamentária, prostrados, adoramos-te e agradecemos o teu AMOR incondicional. Bendito sejas! Após a leitura de esta oração, feita de joelhos diante da Cruz, acabamos com outro cântico, “Pai”. Mónica
sábado, 23 de fevereiro de 2008
“Quem é Deus, afinal?” Parei para pensar. Mergulhei em mim em busca de uma definição, das palavras certas para o descrever, para descrever a sua importância para mim, para explicar de que modo se encaixa na minha vida… É difícil…não porque tenha dúvidas da sua enorme importância, nem porque duvide quando me dizem que Ele me ama mais do que ninguém e muito menos por falta de convicção em afirmar que o Amo, mas talvez simplesmente porque é muito complicado escolher as palavras e as comparações certas para ilustrar a minha relação com Ele. Seria injusto comparar Deus a um amigo, porque um amigo pode ser muito importante por nos ajudar a escolher os caminhos perante as possibilidades que surgem ao longo da vida, contudo um amigo por vezes erra, e muitas vezes pode não aceitar os nossos erros, um amigo não está a tempo inteiro connosco… Deus dá-nos a possibilidade de errar sem nunca nos deixar, Deus não desiste, Deus está sempre perto de nós. É Ele quem se coloca atrás de nós quando precisamos daquele empurrão para enfrentar as dificuldades, é Ele que se coloca á nossa frente tentando impedir-nos de errar, é também Ele que caminha ao nosso lado mostrando-nos o caminho. Tudo isto sem impor nada…a escolha é de cada um de nós. Talvez Ele seja não mais um amigo, mas O amigo! Talvez seja aquele ser que todos procuramos entre os habitantes terrenos ao longo da vida, aquela pessoa livre de imperfeições. E sem nos apercebermos esse ser está mais perto do que imaginávamos e a única coisa que exige em troca da sua amizade é que o deixemos caminhar ao nosso lado! Eu sinto que Deus está presente na minha vida, sinto que me acompanha a cada instante, sinto que preciso dele…Contudo, por vezes sinto-me culpada por não estar sempre de braços abertos para o receber… Arrisco-me a afirmar Deus é simplesmente o maior e mais belo exemplo de “Amor”! Senão vejamos: Eu sei que erro…erro muitas vezes, e cada vez que o faço, acabo por O afastar da minha vida…quando mais tarde caio em mim e reflicto os meus actos, procuro-O e ao seu perdão, e ao contrário do que seria de esperar recebe-me de braços abertos e até feliz por voltar a quere-lo ao meu lado. Que maior prova de Amor poderia Ele dar?? Talvez morrer por mim….Também o fez….
Andreia Marques Etiquetas: Quem é Deus?
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Este texto de reflexão tem por fim,dar a conhecer a minha opinião acerca de Deus.Mas,então o que será para mim Deus?Será um ser inacessível,injusto e por vezes até um pouco mau?Ou será que é um ser amigo,confidente,bastante acessível, um "ombro amigo" onde recostamos a cabeça quando estamos perdidos, desorientados? Vamos descobrir !!! Em momentos de tristeza, desabafo com ELE acontecimentos que não revelo a mais ninguém. Quando estou em apuros recorre a Ele sabendo que não me virará as costas e me ajudará.Por vezes,existe momentos em que me sinto perdida e desorientada.Então, recorro a ELE, tendo certeza de que Ele me atenderá. Por todos estes motivos, considero que definitivamente Deus é meu amigo, meuconfidente e a minha bóia de salvação. Joana SilvaEtiquetas: Quem é Deus?
publicado por Joana Silva | Comentar (2) 
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
CONHECER DEUS
Quando alguém se lembrou de fazer uma actividade na qual teríamos que escrever o que achávamos acerca de Deus, o pânico apoderou-se de mim porque o simples facto de escrever acerca de Deus não é fácil, complicando-se a tarefa ao ter que escrever em português (ou seja, o que piora ainda mais a situação!). Bem, vou tentar ser simples e que todos percebam, porque estas coisas de Deus, embora teimem em fazê-las parecer complicadas, na verdade são muito simples. Eu posso dizer que Deus é o Centro da minha vida e, ao mesmo tempo, Tudo o que me rodeia. Na verdade, tento que Ele esteja sempre presente, sentindo-O muito perto de mim. Sempre que me sinto perdida ou sozinha, recorro a Ele para falar e tentar ouvir o que tem para me dizer. Ele é meu Pai, Amigo, Conselheiro. Procuro-O de muitas formas, na natureza, ouvindo os Sacerdotes, nos meus irmãos... Já senti Deus perto de mim muitas vezes. Mas a vez que mais me marcou foi quando senti que volvi a nascer. Há alguns anos atrás, tive um problema de saúde muito grande, o qual a maioria de vocês já conhece (estou a falar das minhas alergias, claro). Nessa altura senti-me muito mal e, quando fiquei melhor, senti que Ele não me tinha abandonado. Embora nesse momento de aflição, no que pensava era em ir à clínica, Ele pensava em mim e não me abandonou. Muitas vezes, sem darmos conta, pensamos Nele nos momentos mais difíceis, quando há doenças, falta de trabalho, alguma necessidade... e esquecemo-nos Dele quando tudo nos corre bem. Este pensamento é um tanto errado, pois devemos tê-Lo sempre presente na nossa vida. É isso que faço todos os dias, ou pelo menos tento fazer. Peço sempre o seu auxílio, protecção e ajuda que Ele sempre me dá incondicionalmente, mesmo que não a peça porque Ele sabe tudo sobre a minha vida, mesmo o que não Lhe digo. É assim que vejo Deus. Ele é muito importante na minha vida, o leme que me guia, a luz que ilumina o meu caminho. Obrigada, meu Deus, por todas as coisas que me dás: a vida, a minha família, os meus amigos...
Mónica
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Escutaste O seu apelo?
Estás disposto (a) a arriscar n'Ele e no Seu Evangelho?
Estás disposto (a) a segui-Lo e a fazer com Ele o Caminho da Cruz, do Amor?
Tens medo de arriscar n'Ele?
Dá aqui a tua resposta...
publicado por Sol Nascente | Comentar (0) 
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
 Na qualidade de animador deste grupo, quero publicamente testemunhar a minha alegria pelo novo Dr. deste grupo o Nuno Pereira.
Este jovem integrado no Sol Nascente desde 2001 (data da sua formação), soube encontrar espaço para a sua vida familiar, académica, afectiva e tempo para SERVIR a Deus e os homens.
Não precisou "encostar" Deus para um canto para ser "livre" para atingir o seu objectivo.
Chegou à meta - o seu curso, e Deus ocupou um lugar importante na sua vida sempre. Serviu o Senhor no Sol Nascente.
Ajudou de forma humilde e espírito de disponibilidade ímpares.
Merece o meu apreço e profunda AMIZADE, quer como responsável do SN, quer como padrinho de Crisma e Amigo.
Vai certamente continuar assim, sem vaidade, estou seguro, neste seu Sol Nascente.
Neste dia, importa celebrar com alegria e ACÇÃO DE GRAÇAS a Deus pelo fim atingido de uma etapa da Vida que Deus lhe oferece.
A ti Nuno continua assim, igual ao teu passado - VIVENDO - AMANDO - SERVINDO.
Obrigado pelo apoio que sempre encontrei em ti, nos momentos de maior solidão e naqueles em que pensei que nada fazia mais sentido, foste tu (um dos poucos) que me incitaste a continuar este projecto que é d'Ele...
Obrigado.
Com carinho.
O teu padrinho e amigo, Carlos Santos
publicado por Carlos Santos | Comentar (3) 
 Pois bem, são necessários 2 elementos masculinos (ainda não se sabe bem para que personagens) e 1 elemento feminino (para fazer de Maria). Caso haja mais voluntários, também estão convidados, toda a ajuda é necessária. Digam da vosa disponibilidade para participarem aqui na caixa de comentários. Terão de aparecer no ensaio de dia 24 de Fevereiro, às 16h, na igreja.
publicado por Nuno Vicente | Comentar (1) 
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Como é possivel que tenham restado algumas dúvidas acerca das actividades do SPJ, fica aqui uma descrição mais detalhada, para evitar equívocos.As actividades que vão requerer a nossa participação são:- Retiro SPJ- Vigília Non-Stop- Via Sacra- Visita Pascal aos Doentes- Dia Paroquial do Doente Retiro SPJTal como foi referido no Sábado passado, temos 2 datas pensadas para o efeito, sendo as possibilidades 8/9 e 15/16 de Março. Como a maioria referiu, o fim de semana de 8/9 de Março reúne a maior disponibilidade por parte dos nossos elementos e será essa mesma proposta que irei levar ao SPJ. Espero que depois adiram ao Retiro e não me deixem pendurado!Vigília Non StopNão tem muito a dizer a seu respeito. O horário que nos coube foi das 2h45 às 4h, tal como no ano passado. A equipa que tratará desta vigília será composta pelo Santos, Tozé e Marta. Bom trabalho!Via SacraEsta é a actividade que, de momento, é a mais importante, por ser a que requer mais esforço por parte de todos, principalmente a nível de ensaios semanais, para os eventuais participantes. O texto vai ser escolhido amanhã e assim, também as personagens necessárias por cada grupo. Logo que o saiba, avisarei aqui mesmo, para se escolher os voluntários. Está pensado que o 1º ensaio será no dia 24 à tarde.Visita Pascal aos DoentesSegundo indicações do Pe. Peixoto, é aconselhável que cada turno (da manhã e da tarde)não tenha mais do que 12 elementos, para evitar que fique gente de fora (muitas das casas são minúsculas e não há espaço). Assim, calham 2 ou 3 elementos a cada grupo, por cada turno, da manhã ou da tarde. Quando chegar a altura, quem estiver disponível, contacte-me! Ah, à semelhança dos anos anteriores, vai-se oferecer uma planta aos doentes. Para que haja alguma diferença, optou-se por enfeitar os vasos (pinturas e tal ..); assim, quem tiver ideias, por favor, não se coíbam!Dia Paroquial do DoenteEsta é já uma actividade do período pós-Páscoa. Será necessário ajuda de todos os disponíveis. Realce para a necessidade de haver equipas específicas para a arrumação, que é o que tem corrido menos bem nos anos anteriores.E é tudo, quanto a SPJ. Se tiverem alguma dúvida, é favor deixarem na caixa de comentários.Quarta-feira passada teve início um novo tempo, a Quaresma! Seria bom que ninguém mesmo se esquecesse disso. É tempo para parar, para pensar .. acertar agulhas. estaremos no caminho certo?  Em virtude do sofrimento d'Ele por nós, estaremos nós a dar-Lhe algo em troca? Terá sido tudo aquilo em vão?  Pois bem, é tempo de oferecer a Deus algo mais .. Algum tempo, já seria um bom começo. Mas de certeza que cada um de nós tem muito mais do que isso para Lhe oferecer .. um coração aberto, é o que ELE quer! Saudações a todos =)
publicado por Nuno Vicente | Comentar (1) 
sábado, 9 de fevereiro de 2008
 A Quaresma é o tempo do Ano Litúrgico preparatório da Páscoa, a grande celebração do mistério da Salvação pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. Na actual disciplina litúrgica, vai da Quarta-Feira de Cinzas até Quinta-Feira Santa, excluindo a Missa da Ceia do Senhor, que já pertence ao Tríduo Pascal. A Quaresma surgiu no séc. IV, a seguir à paz de Constantino, quando multidões de pagãos quiseram entrar na Igreja. Duas instituições a ela estão ligadas; a penitência pública e o catecumenado. Daí o seu duplo carácter penitencial e baptismal. Inicialmente durava 3 semanas, mas depois, em Roma, foi alargada a 6 semanas (40 dias), com início no actual I Domingo da Quaresma (na altura denominado Quadragesima die, entenda-se 40.º dia anterior à Páscoa).
O termo Quadragesima (que deu a nossa "Quaresma") passou depois a designar a duração dos 40 dias evocativos do jejum de Jesus no deserto a preparar-se para a vida pública. Como, tradicionalmente, aos Domingos nunca se jejuou, foi necessário acrescentar alguns dias para se perfazerem os 40. Daí a antecipação do início da Quaresma para a Quarta-Feira de Cinzas.
Espiritualidade
A penitência pública ao longo da Quaresma caiu em desuso, mas ficou no espírito dos fiéis a necessidade de se prepararem ao longo de 40 dias de penitência para as festas pascais. Por sua vez, o catecumenado que, durante séculos, teve na Quaresma a fase de preparação próxima para os sacramentos da iniciação cristã na Vigília Pascal, também caiu em desuso (excepto nas missões ad gentes), mas foi restaurado pelo Concílio Vaticano II, dado o número crescente de baptismos de adultos.
Assim, a "eleição" dos catecúmenos para a fase da "iluminação" passou a fazer-se no I Domingo da Quaresma, entrando os "eleitos" em clima de retiro, marcado nas últimas semanas pelos "escrutínios" com as "tradições" (entregas) do Símbolo da Fé (Credo) e da Oração Dominical (Pai-Nosso), que eles acabam por fazer seus, proclamando-os (reditio) nos últimos escrutínios. Haja ou não catecúmenos, os fiéis de cada comunidade são convidados a viver a Quaresma em espírito catecumenal, preparando- se para a "renovação das promessas do Baptismo" na Vigília Pascal.
Tempo penitencial
A Quaresma é um tempo forte de penitência. A atitude espiritual expressa por esta palavra, tantas vezes na boca dos profetas e de Jesus Cristo, é uma atitude complexa e muito rica, suscitada pela consciência do pecado. Começa por ser arrependimento pelo mal praticado e sincera dor do pecado; logicamente leva ao desejo de expiação e de reparação, para repor a justiça lesada, e de reconciliação com Deus e com os irmãos ofendidos; chega finalmente à emenda de vida e mais ainda à conversão cristã, que é muito mais que uma conversão moral, para ser uma passagem à fé e à caridade sobrenaturais, com tudo o que implica de mudança de mentalidade, sensibilidade e maneira de amar, que passam a ser as próprias dos que pela graça se tornaram verdadeiros filhos de Deus.
Disciplina canónica
Para assegurar expressão comunitária à prática penitencial, sobretudo no tempo da Quaresma, a Igreja mantém o jejum e a abstinência tradicionais. Embora estas duas práticas digam hoje pouco à sensibilidade dos fiéis, mantêm-se em vigor, com variantes de país para país.
Entre nós (Normas da CEP aprovadas na Ass. Plen. de Jul.1984), são dias de jejum para os fiéis dos 18 aos 59 anos (a menos de dispensa, por doença ou outra causa) a Quarta- Feira de Cinzas e a Sexta-Feira Santa (convidando a liturgia a prolongar o jejum deste dia ao longo de Sábado Santo). E são dias de abstinência de carnes, para os fiéis depois dos 14 anos (embora seja bom que a iniciação nesta prática se faça mais cedo), as Sextas-feiras do ano (a menos que cesse a obrigação pela coincidência com festa de preceito ou solenidade litúrgica), com possibilidade de substituição por outras práticas de ascese, esmola (caridade) ou piedade, embora seja aconselhado manter a prática tradicional nas sextas-feiras da Quaresma.
No que respeita à esmola, ela deve ser proporcional às posses de cada um e significar verdadeira renúncia, podendo revestir- se da forma de "contributo penitencial" (e, como já entrou nos hábitos diocesanos, de "renúncia quaresmal") com destino indicado pelo bispo.
D. Manuel Falcão, in Enciclopédia Católica Popular Fonte:Ecclesia
publicado por Carlos Santos | Comentar (0) 
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Com a imposição das cinzas, inicia-se um tempo espiritual particularmente relevante para todo cristão que quer se preparar dignamente para viver o Mistério Pascal, quer dizer, a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.
Este tempo forte do ano litúrgico caracteriza-se pela mensagem bíblica que pode ser resumida numa palavra: conversão.
Este imperativo é proposto à inteligência e vontade dos fiéis mediante o austero rito da imposição das cinzas, o qual, com as palavras "Convertei-vos e acreditai no Evangelho" e com a expressão "Lembra-te de que és pó e para o pó voltarás", convida a todos a reflectir sobre o dever da conversão, recordando a inexorável caducidade e efémera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.
A imposição das cinzas lembra-nos a realidade eterna que não passa jamais, Deus; princípio e fim, alfa e ómega da nossa existência.
A conversão não é, com efeito, nada mais que um voltar a Deus, valorizando as realidades terrenas sob a luz indefectível da Sua Verdade.
Sinónimo de "conversão", é também a palavra "penitência". Penitência como mudança de mentalidade. Penitência como expressão de livre e activa adesão a uma vida no seguimento de Cristo.
publicado por Sol Nascente | Comentar (0) 
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Queremos por esta forma pública mostrar a nossa gratidão a todos quantos colaboraram nesta luta contra a lepra, no âmbito do 55º DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS. Esta enfermidade milenar toca ainda milhões de seres humanos, um pouco por todo o mundo, em mais de 100 países.
AOS VOLUNTÁRIOS
Queremos destacar o trabalho desinteressado e fraterno de muitos jovens ligados ou não ao Sol Nascente. Foram de uma dedicação a esta causa notável. Com frio, calor, chuva, bem cedo muitas vezes, souberam dizes sim a este desafio - LUTAR CONTRA A LEPRA. Foram voluntários por AMOR, porque acham de facto que com a sua juventude e sentido fraterno da Vida podem ajudar a debelar este mal e assim contribuirem para a felicidade de muitos homens, mulheres e crianças vítimas da lepra e da indiferença do mundo de hoje, sem alma, vazio e cruel para com os mais pobres. Para eles a nossa gratidão, amizade e já agora queremos poder continuar a contar com todos, nesta luta desigual. Bem hajam.
AOS DOADORES
Queremos também muito reconhecidos deixar uma palavra de gratidão enorme a todos os que quiseram partilhar um pouco do que possuem, os doadores, os paroquianos da Maia, Gemunde, S. Pedro Fins, Nogueira da Maia, Ermesinde, Agrela, Gandra (S. Miguel), Água Longa, Susão, Fão, Fonte Boa, Santa Casa da Misericórdia de Fão, os católicos que celebram a sua fé no Instituto Missionário da Consolata, em Águas Santas, os que se reúnem no Instituto do Bom Pastor, os que acorreram ao Santuário Diocesano de Santa Rita e todos os que de uma forma anónima ou não, entregaram os seus donativos ou enviaram para a APARF-ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA AMIGOS DE RAOUL FOLLEREAU (www.aparf.pt).
Nos últimos 25 anos foi possível curar cerca de 14 milhões de leprosos com a juda de muitos, contudo há ainda muitos, muitos mesmo a precisarem não só de tratamento, mas de tudo... Eles contam com a vossa ajuda. Nós sabemos que eles podem continuar a confiar em todos vós. Sois todos bons AMIGOS DOS LEPROSOS. Deus a todos dará a justa recompensa. AOS PÁROCOS E SACERDOTES QUE PRESIDIRAM ÀS CELEBRAÇÕES Para todos eles o nosso bem haja pelas palavras de denúncia da enfermidade e encorajamento aos voluntários e apelo às assembleias celebrantes. A TODOS OBRIGADO
"Quem começa a repartir depressa começa a receber." (autor desconhecido) "Procurando o bem dos nossos semelhantes encontramos o nosso." (Platão)
publicado por Sol Nascente | Comentar (0) 
sábado, 2 de fevereiro de 2008
 Sejamos mais livres, na única liberdade do bem! Estimados diocesanos
Tomemos a Quaresma como ela nos é oferecida. Oferecida pela Igreja, na Palavra escolhida para a Liturgia dominical e ferial, tão bem escalonada para conduzir os catecúmenos e reconduzir os fiéis à celebração pascal. Oferecida no mais insistente convite à conversão e à penitência, em geral e sacramentalmente activadas. Oferecida também nas manifestações para-litúrgicas e da piedade cristã, próprias deste tempo e tão sugestivas, com relevo para a Via-Sacra.
Seja a Quaresma um tempo mais atento ao nosso Deus, que muito nos dirá no “deserto” que fizermos, mesmo por entre as ocupações do dia a dia. Exactamente para que a vida não fique árida e desgastante, aproveitemos a Quaresma para escolher Deus como fonte e a oração como alento.
Acompanhemos Jesus, que nos acompanhou a nós, ensinando-nos a escolher o Pai e a sua vontade, mais do que a qualquer outro apego. Foi as nossas tentações que Ele venceu, do materialismo às aparências e à sede de poder. Seleccionemos mesmo o que concretamente nos impede agora, como pessoas e comunidades, de estar mais com Cristo no Pai, com a vida na fonte, com o coração em Deus: esse mesmo exame de consciência nos indicará o mal e a cura!
Nisto nos ajudará o jejum. Um jejum que nos faça mais frugais e sóbrios, para fortalecermos a nossa liberdade, na suficiência do essencial. Na verdade, só nos convencemos do que exercitamos e só seremos livres quando nos resumirmos ao necessário. Quando “escolhermos a melhor parte” e quando “procurarmos antes de mais o reino e a sua justiça”. Aliás, só assim virá também o “acréscimo”.
Rezemos e jejuemos então, dando mais atenção a Deus e menos lugar aos consumos. Com isto seremos decerto mais caridosos, porque a caridade só cresce em corações disponíveis. Disponíveis para Deus e para os outros, libertos pelo e para o amor mais autêntico. Pascais, em suma, como o seremos no final deste tempo litúrgico, feito existencial e realista. Sejamos mesmo exemplares e proféticos, não desperdiçando as coisas nem esgotando os recursos: isso mesmo definirá o nosso exercício quaresmal.
É tão simples verificá-lo, no exemplo de Jesus. Sem nada de farisaico ou petulante, deu todo o tempo ao Pai e toda a disponibilidade aos outros. Sabia conviver e festejar, mas o coração estava-lhe seguro e sereno n’Um só e num único modo de ser para todos. O Espírito o ungia a Ele, o Espírito nos conduzirá a nós, nesta Quaresma de 2008. É exactamente para isso que ela nos é oferecida. Para nos oferecermos com ela, ao serviço de Deus e do próximo. Com mais silêncio, ganharemos na escuta, acolhendo a Palavra que nos fará seu eco. Do que partilharmos ganharemos todos, pois “há maior felicidade em dar do que em receber”.
Ouvidos os Vigários da nossa Diocese, proponho-vos uma renúncia pecuniária, que permita a constituição dum Fundo Social Diocesano. São vários os pedidos que me chegam para apoiar esta ou aquela acção sócio-caritativa, com relevo para tudo quanto defenda e promova a vida, da concepção à morte natural. Sabendo que, em todo o arco da existência humana, há muita dignidade a defender em todos e cada um, quando não faltam infelizmente graves obstáculos a ela: das dificuldades persistentes em constituir e manter a vida familiar ou uma velhice acompanhada, às carências graves de subsistência ou realização profissional, aos problemas de integração social e económica de muitos emigrantes, aos tráficos inomináveis de droga e prostituição… Com o resultado da nossa renúncia quaresmal, caríssimos diocesanos, poderemos colaborar melhor com todas as iniciativas válidas, eclesiais ou outras, que visem debelar tais males. É o que vos proponho agora, garantindo que vos darei conta dos contributos recebidos e do destino que tiverem. Podereis entregar as vossas ofertas pecuniárias aos vossos párocos ou directamente à Diocese, até à próxima Páscoa.
Com tudo isto a celebraremos certamente mais, ou seja, mais incluída na oferta que Cristo faz de si mesmo ao Pai; mais solidários, como oferta que o Pai faz de todos nós, em Cristo, para a salvação do mundo, a começar pelo mais próximo de cada um; e mais imersos na caridade universal do Espírito. Mais livres, em suma, na única liberdade do bem! Convosco, sempre,
+ Manuel Clemente, Bispo do Porto (Quarta Feira de Cinzas, 6 de Fevereiro de 2008)
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O Nosso Lema é
VIVER * AMAR * SERVIR
O NOSSO FÓRUM
Jesus disse:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.
Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por Minha causa, salva-la-á.
Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vier a prejudicar a sua vida?
Ou que dará um homem em troca da sua vida?...
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras."
Neste espaço virtual, queremos também deixar passar Deus, reflectindo sobre Ele, nós e o mundo.
Aniversário - 29 de Abril - SANTA CATARINA DE SENA (Virgem, Doutora da Igreja e co-padroeira da Europa)
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