quinta-feira, 27 de março de 2008

Vós sois o sal da terra...
Vós sois a luz do mundo (Mt 5,13-14)

João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

Queridos jovens!
Sejam, nesta aurora do novo milénio, testemunhas corajosas do Evangelho.

João Paulo II – Ano Jubilar / 2000

«Vós sois o sal da terra...». Como se sabe, uma das funções primárias do sal é temperar, dar gosto e sabor aos alimentos. Esta imagem nos recorda que, através do Baptismo, todo o nosso ser foi profundamente transformado, porque «temperado» com a vida nova que nos vem de Cristo (cf. Rm 6, 4).
Este sal que tem a virtude de não deixar a identidade cristã desnaturar-se mesmo num ambiente duramente secularizado, é a graça baptismal que nos regenerou, fazendo-nos viver em Cristo e tornando-nos capazes de responder ao seu apelo para «oferecermos os nossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus» (Rm 12,1).
S. Paulo, escrevendo aos cristãos de Roma, exorta-os a evidenciarem claramente o seu modo de viver e pensar diferente de seus contemporâneos: «Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, a fim de conhecerdes a vontade de Deus: o que é bom, o que Lhe é agradável e o que é perfeito» (Rm 12,2).
João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

O sal foi também, durante muito tempo, o meio habitualmente usado para conservar os alimentos. Como sal da terra, sois chamados a conservar a fé que recebestes e a transmiti-la intacta aos outros. Particularmente grande é o desafio que se coloca à vossa geração de manter íntegro o depósito da fé (cf. 2Ts 2,15; 1Tm 6,20; 2Tm 1,14).
João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

"Amados jovens, não vos contenteis com nada menos do que os mais altos ideais! Não vos deixeis desanimar por aqueles que, desiludidos da vida, se tornaram surdos aos anseios mais profundos e autênticos do seu coração."
João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá


“Descobri as vossas raízes cristãs, aprendei a história da Igreja, aprofundai o conhecimento da herança espiritual que vos foi transmitida, imitai as testemunhas e os mestres que vos precederam! Só permanecendo fiéis aos mandamentos de Deus, à Aliança que Cristo selou com o seu sangue derramado na Cruz é que podereis ser os apóstolos e as testemunhas do novo milénio”.
João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

Amados jovens, eis o vosso turno, ser as sentinelas da manhã (cf. Is 21,11- que anunciam a chegada do sol que é Cristo ressuscitado!
João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

«Eu sou a Luz do mundo. Quem Me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida» ( Jo 8,12). O encontro pessoal com Cristo ilumina a vida com uma nova luz, orienta-nos pelo bom caminho e leva-nos a ser suas testemunhas."
João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

Que o Evangelho seja o grande critério que guia as opções e os rumos da vossa vida!

João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá

Tornem-se assim missionários por gestos e palavras e, por todo o lado onde vocês trabalharem e viverem, sejam sinal do amor de Deus, testemunhas verdadeiras da presença amorosa de Cristo.
Nunca esqueçam:
«Não se acende a candeia para a colocar debaixo do alqueire»

(Mt 5,15)!

João Paulo II
Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá


Encontrai frequentemente com o Senhor «coração a coração» na adoração eucarística. Dia após dia recebereis um novo estímulo que vos permitirá confortar os que sofrem e levar a paz ao mundo.
João Paulo II Preparação para Jornada Mundial da Juventude 2002 – Toronto/Canadá
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quarta-feira, 26 de março de 2008

No próximo dia 2 de Abril passam 3 anos da Páscoa Eterna do Servo de Deus, o Amado Papa João Paulo II.

O seu longo pontificado, o seu amor à humanidade, de modo particular aos jovens e a sua última grande lição - a sua morte, são um testemunho eloquoente de um digníssimo sucessor de Pedro.

Sempre o teremos presente.

Vive agora junto do Pai e intercede pela humanidade que sofre.

Obrigado Santíssimo Padre.
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domingo, 23 de março de 2008

da Epístola do apóstolo São Paulo aos Colossenses

Irmãos:
Se ressuscitastes com Cristo, aspirai às coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus.
Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra.
Porque vós morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.
Quando Cristo, que é a vossa vida, Se manifestar,
também vós vos haveis de manifestar com Ele na glória.

Col 3,1-4
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quarta-feira, 19 de março de 2008

Olá.
Decidi aqui deixar-vos uma pequena reflexão sobre umas palavras que hoje alguém me disse...
Fui hoje com um Amigo até à Consolata confessar-me.
Até aqui tudo normal.
Contudo e durante a amena e saudável "conversa" que tive com o sacerdote que me escutava disse-me ele: "...sabes o problema não é a confissão, mas o facto de para muitos a confissão não ser um problema...".
Ele tem razão, para muitos de facto o problema é mesmo a confissão não dizer nada, não ser um problema.
Não ser entendida a alegria que Deus manifesta no Seu perdão a todos.
De facto não é Ele que precisa de mim, mas eu que tenho necessidade d'Ele e do Seu Amor (o único verdadeiro).
O problema de facto não é a confissão, nada de complicado - eu e as minhas imperfeições, procuro o perdão e o amor de Deus... é tão simples como isto mesmo.
Agora quando eu deixar de sentir necessidade do perdão e da amizade de Deus, aí sim surge um problema e bem grande, perco a minha identidade de Filho que procura o Pai.
O meu Baptismo perde sentido...
Fico sem "alma", vou "vivendo" ao jeito do mundo, não percebendo que a vida é um instante comparada com a eternidade...
Quando saí de junto do sacerdote esta ideia não me saía da cabeça - a confissão um problema? ou o problema ser a indiferença face ao sacramento do perdão - a CONFISSÃO OU RECONCILIAÇÃO...
Até poderei estar de bem com o mundo e as pessoas mas se não estiver de bem com Deus, não estou bem.
As pessoas oferecem-me uma amizade com limites.
Deus oferece-me a amizade sem limites, sem cálculo, sem dias ou horas mas numa disponibilidade permanente...
Como estou hoje, no final desta tarde, bem mais tranquilo porque fui ao encontro do Pai que me ofereceu, através do sacerdote, o perdão para as faltas que tenho presentes e para todas as que não recordo e de que todas me arrependi...

Que tranquilo que estou e que bem estar eu sinto nesta tarde de Quarta-Feira Santa.

Não desprezem esta oportunidade de irem como eu fui ao encontro do Amor de Deus, no "sinal" do Seu Amor que é o Sacramento da Reconciliação ou Confissão como vulgarmente dizemos...

Por todas as graças recebidas eu bendigo a Deus, mas sinto que a maior graça é mesmo o SEU PERDÃO.
Por isso eu digo - OBRIGADO SENHOR...
E já agora deixem-me que diga, só haverá Páscoa (passagem, libertação), depois da Quaresma (arrependimento, perdão)...
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segunda-feira, 17 de março de 2008

ROMA, domingo, 16 de março de 2008 - Bento XVI está a ajudar os jovens a redescobrirem o perdão de Deus no sacramento da confissão.
Por este motivo, na quinta-feira passada presidiu a uma liturgia penitencial na Basílica Vaticana como preparação do Dia Mundial da Juventude, celebrado este Domingo de Ramos.


A confissão «é um sacramento no qual comparas a verdade sobre ti mesmo e sobre teu pecado, a tua miséria humana, com a misericórdia de Deus. É o sacramento que talvez mais responda à necessidade do homem de hoje, que tem necessidade de misericórdia, de amor, também de pôr-se diante da justiça de Deus».

A dificuldade dos jovens se confessarem, e também para os não tão jovens, «deve-se ao facto de que diminuiu o sentido do pecado, diminuiu o sentido de Deus».

Com esta liturgia, explica, o Papa tem um objectivo: «mostrar Deus que nos ama. Quanto mais cresce o sentido de Deus, mais cresce o sentido de minha pequenez diante de Deus, da minha omnipotência diante de Deus, do meu pecado. Daí surge a pergunta: “Tem piedade de mim, Senhor, piedade de mim porque sou um pecador”».

«Num mundo onde estamos dispostos a contar tudo sobre nós mesmos em qualquer lugar, nas rádios, na internet, nos blogs, fóruns, messenger, com todas as possibilidades de comunicar, onde se comunicam as coisas mais íntimas, mais pessoais, creio que não se tem de envergonhar por abrir o coração ao ministro de Deus, que naquele momento representa Cristo que me escuta, Cristo que me anima, Cristo que me diz “levanta-te e caminha”».

Outra dificuldade, nasce da falta de coerência com os propósitos, pois as pessoas dizem: «é inútil que volte a confessar-me».

«Não há ninguém perfeitamente coerente – recorda –.
Temos de seguir sempre tendo confiança, deixar-nos conduzir por Cristo, e não derrubar-nos porque uma vez nos equivocamos.
Não temos de render-nos e pensar que já não podemos sair deste erro».

Fonte: http://www.zenit.org/index.php?l=portuguese

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sábado, 15 de março de 2008

“Tríduo” deriva do latim “triduum” (= três dias), ou seja, três dias dedicados a celebrações e orações especiais. Na liturgia romana, o tríduo mais importante é o pascal, formado pela Sexta-feira da Paixão, Sábado da sepultura e Domingo da Ressurreição. Por isso, o adjectivo "santo" que qualifica o “tríduo” está mais do que justificado.

A Quaresma prolonga-se até Quinta-Feira Santa. Na manhã desse dia tem lugar na Sé uma significativa liturgia, a Missa Crismal, durante a qual, reunido ao redor do seu Bispo, o presbitério de cada Diocese renova as promessas sacerdotais, e participa da bênção do óleo dos catecúmenos, dos enfermos e do Crisma.

Tal como a celebração do Domingo começa no Sábado com as missas vespertinas, assim também a celebração do Tríduo Pascal começa pela tarde/noite de Quinta-Feira Santa com a “Missa vespertina da Ceia do Senhor”. Além da instituição do Sacerdócio, neste dia santo comemora-se a oferta total que Cristo fez de Si à humanidade no sacramento da Eucaristia que instituiu nessa Ceia sagrada (1 Cor 11,23-26).
Nessa mesma noite em que foi traído, Ele deixou-nos em testamento o “mandamento novo” do amor fraterno realizando o gesto comovedor do lava-pés, que chama ao humilde serviço dos servos (Jo 13, 1-15).
Este dia especial, que recorda grandes mistérios, encerra-se com a Adoração eucarística, em recordação da agonia do Senhor no horto do Getsémani.
Tomado por uma grande angústia, narra o Evangelho, Jesus pede aos seus que vigiem com Ele permanecendo em oração: "Ficai aqui e vigiai comigo" (Mt 26, 38), mas os discípulos adormeceram. Ainda hoje o Senhor nos diz: "Ficai aqui e vigiai comigo". E vemos como também nós, discípulos de hoje, com frequência dormimos. Aquele foi para Jesus o momento do abandono e da solidão, ao qual seguiu, no coração da noite, o aprisionamento e o início do doloroso caminho para o Calvário.

Após o prólogo da Ceia do Senhor, o tríduo pascal tem na Sexta-Feira Santa o seu dia n.º 1: nele se comemora a paixão e morte de Jesus na cruz. A liturgia celebra esse evento, não como dia de luto e de choro, mas na contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte da salvação universal.
Por antiquíssima tradição, a Igreja não celebra a Eucaristia nesse dia; toda a liturgia do dia gira em torno da proclamação da Palavra. A celebração compõe-se de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão.
A liturgia da Palavra é toda ela um entrelaçamento das profecias do Antigo Testamento de Isaías e da leitura da Paixão segundo o Evangelho de S. João; depois da leitura da Paixão segundo S. João, vem a grande oração universal: – pela Igreja – por todos os ministros do povo de Deus - pelos catecúmenos - pela unidade das Igrejas - pelo povo de Israel - pelos que acreditam em Deus - pelos que não acreditam em Deus - pelos governantes - pelos que sofrem - por todos os mortos.
Segue-se o desvelamento da cruz para a adoração dos fiéis findo o qual os fiéis podem receber a Sagrada Comunhão.

O Sábado Santo é o segundo dia do tríduo pascal.
A Igreja, unindo-se espiritualmente a Maria, permanece em oração, durante o dia de sábado, junto do sepulcro, onde o corpo do Filho de Deus jaz inerte como que repousando depois da obra recriadora da redenção, realizada com a sua morte (cf. Hb 4, 1-13).

Após o cair da noite de Sábado Santo, a Igreja reúne-se em solene Vigília pascal, durante a qual se passa – o termo “páscoa” significa “passagem” – do 2.º para o 3.º Dia do Tríduo, inteiramente dedicado ao triunfo da Ressurreição.
Vigília, do latim "vigília", indica o costume de preparar-se para uma solenidade, vigiando em orações durante a noite precedente.
A Solene Vigília Pascal é a vigília por excelência, a “mãe de todas as vigílias”, como afirmou S. Agostinho, vértice do ano litúrgico.
A Vigília Pascal é uma longa e rica celebração da Palavra de Deus, prosseguindo com os sacramentos da Iniciação cristã – Baptismo e Confirmação – e culminando com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com o ritmo de leitura, Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).
Durante esta Solene Vigília em todas as Igrejas o cântico jubiloso do Glória e do Aleluia pascal se elevará do coração dos novos baptizados e de toda a comunidade cristã, feliz porque Cristo ressuscitou vencendo a morte.

O júbilo da Eucaristia do Domingo e o anúncio pascal que na nossa terra é costume fazer de casa em casa, são outros momentos fortes deste Terceiro Dia da Páscoa em que Jesus Ressuscitou para não mais morrer.

Fonte: Igreja Viva (Boletim da Paróquia de Ermesinde)

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sábado, 8 de março de 2008
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sexta-feira, 7 de março de 2008


Uma vez um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança.
Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias.
Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fracos.
Um deles, revoltado, resolveu dar um jeito: pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade.
Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo.
Foi quando um dos caminhantes teve a ideia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio.
Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exactamente o da distância de uma margem a outra.
Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida.
Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela forte corrente do rio.
A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.

(autor desconhecido)
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domingo, 2 de março de 2008
Para pensar...

Um homem foi ao barbeiro cortar o cabelo e começou uma conversa com o homem que o atendeu.

Sem querer, tocaram o tema de Deus.

- O barbero disse: Eu não acredito que Deus exista, como você diz.
- Por que é que o senhor diz isso? - perguntou o cliente..
- É muito fácil, ao sair à rua verifica logo que Deus não existe. Ou... diga-me, acaso se Deus existisse, haveriam tantos doentes? haveriam meninos abandonados?
Se Deus existisse, não haveria sofrimento nem tanta dor para a humanidade. Não posso pensar que exista um Deus que permita todas estas coisas.

O cliente ficou pensativo e não quis responder para evitar uma
discusão.

Ao terminar de cortar o cabelo, o cliente saiu da loja e viu um homem com a barba e o cabelo compridos.
Entrou de novo na barbería e disse ao barbeiro:
- Sabe uma coisa? Os barbeiros não existem.
- Como assim? Se aqui estou eu.
- Não...! disse o cliente, não existem, se existissem, não haveríam pessoas com o cabelo e a barba tão compridos como os de esse homem.
- Os barbeiros se existem, o que acontece é que essas pessoas não vêm ter comigo - respondeu o barbeiro.
- Exacto...! disse o cliente - Esse é o ponto. Deus sim existe, o que acontece é que as pessoas não vão até Ele e não o procuram, por isso há tanta dor e miséria.

E o barbeiro ficou pensativo...
publicado por Mónica | Comentar (0)
O Nosso Lema é
VIVER * AMAR * SERVIR
O NOSSO FÓRUM
Jesus disse:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por Minha causa, salva-la-á.
Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vier a prejudicar a sua vida? Ou que dará um homem em troca da sua vida?...
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras."

Neste espaço virtual, queremos também deixar passar Deus, reflectindo sobre Ele, nós e o mundo.
Aniversário - 29 de Abril - SANTA CATARINA DE SENA (Virgem, Doutora da Igreja e co-padroeira da Europa)
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