sábado, 29 de dezembro de 2007

FAMÍLIA HUMANA, COMUNIDADE DE PAZ

1. NO INÍCIO DE UM ANO NOVO, desejo fazer chegar meus ardentes votos de paz, acompanhados duma calorosa mensagem de esperança, aos homens e mulheres do mundo inteiro; faço-o, propondo à reflexão comum o tema com que abri esta mensagem e que me está particularmente a peito: Família humana, comunidade de paz. Com efeito, a primeira forma de comunhão entre pessoas é a que o amor suscita entre um homem e uma mulher decididos a unir-se estavelmente para construírem juntos uma nova família. Entretanto, os povos da terra também são chamados a instaurar entre si relações de solidariedade e colaboração, como convém em membros da única família humana: « Os homens – sentenciou o Concílio Vaticano II – constituem todos uma só comunidade; todos têm a mesma origem, pois foi Deus quem fez habitar em toda a terra o inteiro género humano (Act 17, 26); têm também todos um só fim último, Deus ».(1)

FELIZ ANO NOVO
VIDA, SAÚDE, PAZ e BEM...
publicado por Sol Nascente | Comentar (0)


Na próxima 2ª feira, dia 31 de Dezembro de 2007, faz 90 anos de vida, a D. Milai.
Uma idosa mas simultãneamente jovem Senhora.
Trata-se de uma pessoa que o Sol Nascente, bem conhece.
Dêmos graças a Deus pela vida desta nossa Amiga.
Tantos e tantas com quem ela travou conhecimento e a quem ganhou um especial afecto.
Agora está mais debilitada do ponto de vista físico, mas continua a ser uma pessoa, apesar da doença, muito alegre e muito comunicativa.
O que ela precisa mesmo é de companhia.
Um dia disse..."sabe, passo os dias aqui só, na companhia das panelas e das paredes... que não falam comigo nem me escutam...".
É o drama da solidão humana que mata bem mais que as enfermidades...
Nesse dia vamos até ela e com ela fazer festa e dizer-lhe OBRIGADO pela sua vida, pelas palavras e pela sabedoria com que nos ensinou tantas coisas.
Agora que os tempos mudaram, alguns até a "despacham", quando ela telefona...
Ainda manda sms aos amigos dela do Sol Nascente e muitas vezes não é correspondida...!!!
Cuidado meus amigos, todos envelhecemos e o que nos farão os mais novos então?
O nosso futuro, a nossa velhice, também somos nós que a construimos...
Construamos um futuro feliz que passa por vivermos o presente de forma útil, pensando também nos que já estão no outono da vida.
Para a D. Milai parabéns a você nesta data querida, tenha muita saúde, muitos anos de vida, porque AMIGOS AQUI TEM.
publicado por Sol Nascente | Comentar (2)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
No dia 22 de dezembro de 2007,um grupo de jovens cristãos deslocaram-se de Ermesinde rumo á Tocha.Os seus corações e as suas mentes trabalhavam com um único objectivo:dar um pouco de carinho,amizade e principalmente amor aqueles que por tanto passam e sofrem: os leprosos.

Esta viagem superou imenso as minhas expectativas,na medida em que estivemos bastantes coesos cantando,rindo e conversando com cada um dos residentes do hospital e dos núcleos.

No entanto,apesar de toda esta alegria,fiquei um pouco triste com pequenos desabafos que ouvi.Desabafos como "...não tenho mais ninguém..." ou "...vou passar o Natal aqui...".Frases como estas entristecem quem tem tudo e no fim descobre que nada têm.

Apesar disso,sáimos de lá felizes e com,uma frase gravada a fogo,nas nossas mentes e nossos corações: "VENHAM MAIS VEZES".

bjs e abraços

Joana Silva
publicado por Joana Silva | Comentar (1)
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio junto de Deus.
Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito.
Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens.
A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Houve um homem, enviado por Deus, que se chamava João.
Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele.
Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz.
O Verbo era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem.
Estava no mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu.
Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam.
Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus.
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade.
FELIZ E SANTO NATAL DE JESUS CRISTO PARA TODOS...
publicado por Sol Nascente | Comentar (0)


Um Santo Natal para todos =)
publicado por Nuno Vicente | Comentar (0)
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
A correria e a concentração de multidões nos centros comerciais é já uma característica comum desta altura do ano.... o stress das últimas compras é exaltado nos olhares impacientes daqueles que ainda esperam a sua vez na caixa do supermercado ou na fila de uma loja para comprar um último presente...
Estas atitudes são quase mecânicas, irreflectidas; fazem parte de um ritual que já há muito tempo perdeu o verdadeiro sentido.
O que pensarão aqueles que começam agora a descodificar o significado da palavra Natal, deste apelo desenfreado ao consumismo?
Talvez não consigam perceber o vazio espiritual que se instaurou, talvez nunca entenderão o verdadeiro sentido da palavra Natal. Talvez não associem sequer esta data ao nascimento Daquele que trouxe a esperança ao Mundo, talvez nem d'Ele se lembrarão...
Há pouco tempo, ouvi alguém dizer que "O Pai Natal vence a Cristo, actualmente", sendo a veracidade desta afirmação inevitavelmente reconhecida, o que deveria entristicer todos os que se reconhecem como cristãos, pois o Salvador do Mundo não merece sequer ser comparado com um símbolo criado por uma marca que também ela apela ao consumismo.
Este Natal, vamos viver o verdadeiro significado que parece invisivel aos olhos de tantos Homens. Vamos relegar para 2º plano o apelo consumista e vamos presentear Aquele a quem toda esta festa se deve, pois nada é tão gratificante como atribuir, através das nossas acções verdadeiros Presentes a Deus.
publicado por Pedro Horta | Comentar (1)
domingo, 9 de dezembro de 2007
Esperança e salvação segundo o Papa
Bento XVI apresenta segunda encíclica, marcadamente teológica, para um mundo em crise

Spe salvi (Salvos na esperança) é o título da segunda encíclica de Bento XVI, dedicada ao tema da esperança cristã, num mundo dominado pela descrença e a desconfiança perante as questões relacionadas com o transcendente.
"O homem tem necessidade de Deus, de contrário fica privado de esperança", pode ler-se. O Deus em que os cristãos acreditam apresenta-se como verdadeira esperança para o mundo contemporâneo porque lhe abre uma perspectiva de salvação.

Bento XVI considera que só é possível viver e aceitar o presente se houver "uma esperança fidedigna" e destaca a importância da eternidade, não no mundo actual - "a eliminação da morte ou o seu adiamento quase ilimitado deixaria a terra e a humanidade numa condição impossível", aponta - mas como "um instante repleto de satisfação, onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade".

"Deus é o fundamento da esperança, não um deus qualquer, mas aquele Deus que possui um rosto humano e que nos amou até ao fim: cada indivíduo e a humanidade no seu conjunto", observa.

A carta do Papa, defende que só Deus é a "verdadeira esperança" e aborda por diversas vezes a questão da "vida eterna", frisando que "ninguém se salva sozinho".

O documento começa por apresentar um enquadramento teológico da esperança cristã, a partir dos textos bíblicos e dos testemunhos das primeiras comunidades eclesiais. O Papa apresenta ainda os ensinamentos de vários Santos da Igreja a respeito do tema da encíclica e escreve que "conhecer Deus" significa "receber esperança".

Depois de negar que Jesus tenha trazido uma mensagem "sócio-revolucionária", Bento XVI aborda a questão da evolução para afirmar que "a vida não é um simples produto das leis e da casualidade da matéria, mas em tudo e, contemporaneamente, acima de tudo há uma vontade pessoal, há um Espírito que em Jesus se revelou como amor".

O Papa cita, entre outros, Platão, Lutero, Kant, Bacon, Dostoievski, Engels e Marx para falar de esperança e de esperanças, de razão e liberdade, da construção de um mundo sem Deus que pretende responder aos anseios do ser humano. "Nenhuma estruturação positiva do mundo é possível nos lugares onde as almas se brutalizam", declara.

Construções ideológicas

Para além das reflexões teológicas e filosóficas, o texto aborda sistemas e ideologias. "O homem não é só o produto de condições económicas nem se pode curar apenas desde o exterior, criando condições económicas favoráveis", indica o texto papal, ao criticar o "materialismo" marxista.

Bento XVI diz mesmo que "não existirá jamais neste mundo o reino do bem definitivamente consolidado" e que mesmo as melhores estruturas "só funcionam se numa comunidade subsistem convicções que sejam capazes de motivar os homens para uma livre adesão ao ordenamento comunitário".

“Se não podemos esperar mais do que é realmente alcançável de cada vez e de quanto nos seja possível oferecerem as autoridades políticas e económicas, a nossa vida arrisca-se bem depressa a ficar sem esperança”.

Quanto ao progresso científico, a encíclica alerta para as "possibilidades abissais de mal" que se têm aberto e pede uma "formação ética do homem" para que este progresso não se transforme numa "ameaça para o homem e para o mundo".

"Não é a ciência que redime o homem. O homem é redimido pelo amor", assinala, numa crítica às pretensões do pensamento moderno.

Numa linha de continuidade com a sua primeira encíclica, Bento XVI sublinha a dimensão comunitária da esperança e refuta as críticas de que a salvação proposta pela fé cristã seja "fuga da responsabilidade geral". "O amor de Deus revela-se na responsabilidade pelo outro", destaca.

A segunda parte deste documento teológico apresenta uma série de lições, considerações mais práticas sobre a vivência da esperança.

O Papa indica que rezar “não é retirar-se para o canto da própria felicidade e que “o nosso agir não é indiferente diante de Deus” nem para “o desenrolar da história”. “A capacidade de sofrer por amor da verdade é medida de humanidade”, sentencia.

Neste ponto, Bento XVI adverte quem optou pela indiferença perante o amor, a verdade ou o bem, assinalando que “não é a fuga diante da dor” que cura o homem. “A capacidade de sofrer por amor da verdade é medida de humanidade”, sentencia.

A nova encíclica acaba por fazer referência ao ateísmo e a quantos querem “um mundo que deve criar a justiça por sua conta”, esquecendo que “Deus sabe criar a justiça”.

O chamado “juízo final” surge, assim, como um “apelo à responsabilidade e como um resposta “à impossibilidade de a injustiça da história ter a última palavra”. Por isso afasta a ideia de uma restauração universal e fala de inferno e purgatório, porque “com a morte a opção de vida feita pelo homem torna-se definitiva”.

“Como cristãos, não basta perguntarmo-nos como posso salvar-me, devemos antes perguntar: o que posso fazer para que os outros sejam salvos e nasça, também para eles a estrela da esperança? Então, terei feito também o máximo pela minha salvação pessoal”, conclui o Papa.

Ler a Encíclica: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20071130_spe-salvi_po.html

Agência Ecclesia








publicado por Sol Nascente | Comentar (0)
sábado, 8 de dezembro de 2007

O dogma proclamado a 8 de Dezembro de 1854 por Pio IX declara a santidade da Virgem Maria desde o primeiro momento da sua existência.


O dogma da Imaculada Conceição, proclamado a 8.12.1854 por Pio IX (Bula “Ineffabilis Deus”), declara a santidade da Virgem Santa Maria desde o primeiro momento da sua existência, desde a sua Conceição, ou seja, que ela foi preservada desde sempre da mácula do pecado original, no qual nascem todos os filhos de Adão. Enquanto estes estão privados da graça divina, a Virgem Maria foi toda pura, santa e imaculada desde o início da sua vida.
publicado por Carlos Santos | Comentar (0)

Advento tem o sabor do novo. Quando tantas coisas parecem falar-nos de fim, de fechar das contas, de tempos difíceis e problemas declarados insolúveis, é urgente acreditar que a esperança não é palavra vã. Não a expectativa imediata, fruto de promessas e ilusões, em que se quer o melhor sem sacrifícios nem trabalho, mas a esperança que é a sombra dos passos de quem se afadiga com as suas mãos a moldar o mundo. Sim, o novo não significa destruir o que está feito, mas aperfeiçoá-lo, começar de novo um passo adiante, maravilhar-se com a imensa capacidade de renovação que Deus colocou em cada pessoa!


Num painel de azulejos, em Maiorca, descreve-se o ofício do oleiro de um modo picaresco: “Oficio noble y bizarro/entre todos el primero/pués en la industria del barro/Dios fué el primero alfarero/y el hombre el primer cacharro”. Às vezes deixamos de acreditar que não somos obras acabadas, que ninguém é perfeito e estamos a caminho, que a grandeza se mede pela capacidade de mudar. Por isso desconfio de muitas generalizações quando se trata de pessoas: os adolescentes não são todos iguais, os políticos não querem todos “um tacho”, os presos não são todos um perigo para a sociedade. “Rotular” as pessoas pode ser uma forma de nos distanciarmos, de resistir à sua possibilidade de renovação. Esquecemos que o barro pode amolecer e ser de novo moldado, e há sempre esperança para quem não morre antes do tempo.


“Começar de novo / e contar contigo /vai valer a pena / ter amanhecido...”, é o refrão de uma canção brasileira da Simone que repito, baixinho, muitas vezes. Quando os esforços parecem não dar fruto, quando o passado teima em prender os passos, e o horizonte está envolto em nevoeiro, é preciso dizer: começar de novo! Quando as mudanças também dependem de nós, quando não nos podemos desculpar com os outros e sabemos que não estamos sós, Alguém nos diz ao ouvido: começar de novo!


É preciso humildade (a condição de sermos terra onde se semeia e barro que se molda) para nos colocarmos nas mãos de Deus, e vencer a tentação de nos julgarmos perfeitos. Ou a de pensarmos que não há nada a fazer! O “tudo ou nada” com que tantos regem a sua vida pode produzir alguns heróis, mas deixa muitos esmagados ao longo do caminho. Espantam-me aqueles que vivem uma “espiritualidade da mudança” feita de avanços e recuos. Acreditam que “nunca” é uma palavra contrária ao sonho de Deus. E que todas as tentativas contribuem para esse sonho.


O Advento diz-nos que há sempre tudo a fazer, tudo a mudar, tudo a recriar! Estamos dispostos a esta renovação?


agência ecclesia
publicado por Sol Nascente | Comentar (0)
sábado, 1 de dezembro de 2007
Aqui está uma dica pra quando a morte vos bater a porta...





Vá, toca a fazer os vossos testamentos...

P.S: E então como é? Esse jogo de fut? Ah Vic!?
publicado por Joao Namora | Comentar (0)
O Nosso Lema é
VIVER * AMAR * SERVIR
O NOSSO FÓRUM
Jesus disse:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por Minha causa, salva-la-á.
Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vier a prejudicar a sua vida? Ou que dará um homem em troca da sua vida?...
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras."

Neste espaço virtual, queremos também deixar passar Deus, reflectindo sobre Ele, nós e o mundo.
Aniversário - 29 de Abril - SANTA CATARINA DE SENA (Virgem, Doutora da Igreja e co-padroeira da Europa)
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