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segunda-feira, 30 de junho de 2008
Após um longo dia passado com os nossos caros enfermos, estes dão-me a vontade de aqui vir escrever um texto sobre este dia. Foi a minha primeira visita a estas pessoas, mas sem duvida foi marcante. Ate uma certa altura estava algo receoso, nao sabia bem o que ali encontraria. Estava talvez á espera de pessoas acamadas quase sem alegria, mas a verdade é que la vi muitos sorrisos, muito carinho para conosco. Neste dia o convivio com os membros do SN foi tambem fantastico, estando cada vez mais a sentir-me um do grupo. Conheci hoje tambem idosos resplandecentes de alegria, contando-nos as suas histórias do passado que os marcam no presente. Ao longo do dia fomos também animados pelas lindas anedotas do Sr. Aurélio, sempre animado e bem disposto. E porquê ha sempre tempo para tudo, houve tambem tempo para a galhofa com o pessoal, falando de "staffs,minis,chocolate,ramstein" os envolvidos nas respectivas conversas sabem a que me refiro. Com este pequeno texto quero agradecer a todos por este dia encantador e que concerteza jámais sera por mim esquecido. [Carlos, boa sorte para o teu sonho que brevemente será realizado] Obrigado, Cumprimentos, Sérgio Lopes
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sexta-feira, 27 de junho de 2008

•As datas de início e conclusão do ano Paulino, desde 29 de Junho de 2008 até ao dia 29 de Junho do próximo ano, para comemorar os dois mil anos do nascimento de São Paulo. •A Cruz da qual disse São Paulo: «Quanto a mim, de nada me quero gloriar, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo». Paulo abraçou com todo o amor a Cruz de Cristo, nas suas tribulações, calúnias, sofrimentos, prisão e, por fim, no seu martírio.
•Os nove anéis das algemas, que, segundo a tradição, mantiveram São Paulo, preso em Roma. Paulo não hesita em definir-se como "prisioneiro de Cristo", apoiado na força de Deus, por amor dos pagãos. Ele sente-se também «prisioneiro do Espírito», impelido pelo sopro do Espírito Santo, que o conduz, de cidade em cidade, a anunciar a Boa Nova!
•A espada é o grande símbolo de São Paulo. Esta espada é o símbolo do verdadeiro “soldado de Cristo”, do grande combatente e sofredor! Mas a espada, sugere também o vigor penetrante da Palavra de Deus, que é “como uma espada de dois gumes”, é uma palavra cortante, que fere e cura; é uma palavra penetrante, que vai até ao mais íntimo de nós mesmos. A espada é, por fim e sobretudo, o instrumento com que São Paulo foi martirizado em Roma, no tempo da perseguição de Nero, nos anos 64 a 65.
•Não podia faltar o grande livro, que representa os escritos de São Paulo, as suas treze Cartas, que lemos praticamente, em quase todos os domingos, ao longo do ano, como segunda leitura.
•Por fim, a chama, que exprime a paixão ardente, o fogo da caridade, o calor da ternura paterna e do amor maternal, com que São Paulo formou e gerou, pelo evangelho tantos filhos para a fé. Esta chama manifesta ainda a extrema afectividade e calor humano que Paulo mantém com todos os seus colaboradores e fiéis.
Fonte: Folha inter paroquial de Árvore e Azurara Etiquetas: ANO PAULINO
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
 PAULO DE TARSO Paulo foi uma das figuras que marcou, de forma decisiva, a história do Cristianismo, o Apóstolo que anunciou o Evangelho em todo o mundo antigo, sem nunca vacilar perante as dificuldades, os perigos, a tortura, a prisão ou a morte. Nasceu na cidade de Tarso, na Silícia, numa família judaica na diáspora, mas com cidadania romana. Paulo não foi primariamente um escritor, mas um rabino convertido na célebre “Visão de Damasco” (Act 9,1-19; Act 22,4-21; Act 26,9-18) que percorreu muitos milhares de quilómetros, anunciando de cidade em cidade o “Evangelho” da morte e ressurreição de Jesus.
Morreu em Roma, no ano 67. O nome de Paulo aparece como autor de 13 Cartas do Novo Testamento, escritas a diferentes comunidades, ao longo de uns cinquenta anos: Romanos, Gálatas, 1 Tessalonicenses, 1 e 2 Coríntios, Filipenses e Filémon; 1 e 2 Timóteo, Tito, Efésios, Colossenses, 2 Tessalonicenses.
Teologicamente falando, Paulo assimilou o sistema teológico dos cristãos de origem helenista, que antes perseguia, e começou a pregação contra o sistema judaico, que antes seguia com rigor de fariseu. Os próprios judeo-cristãos de Jerusalém foram certamente poupados na sua “perseguição” ao Cristianismo nascente, porque salvavam a relação umbilical entre Cristo e Moisés e não pareciam a Paulo mais do que um “desvio” farisaico. Esta inculturação do Evangelho na cultura helenista – tipicamente citadina – levou Paulo, homem da cidade, a utilizar uma linguagem mais teológica e abstracta, própria do ambiente evoluído em que pregou o Evangelho, em contraposição com a linguagem campestre utilizada por Jesus no ambiente agrícola e pastoril da Palestina. Fonte: Etiquetas: ANO PAULINO
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domingo, 22 de junho de 2008
 São João Baptista era filho de Zacarias e de Santa Isabel. Chamava-se "Baptista" pelo facto de ser um "baptizado" (cf. Lucas 3,3). João, cujo nome significa "Deus é propício", veio à luz em idade avançada de seus pais (cf. Lucas 1,36). Parente de Jesus, foi o precursor do Messias. É João Baptista que aponta a Jesus, dizendo: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Dele é que eu disse: Depois de mim, vem um homem que passou adiante de mim, porque existia antes de mim" (João 1,29ss.). De si mesmo deu este testemunho: "Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai os caminhos do Senhor..." (João 1,22ss.). São Lucas, no primeiro capítulo de seu Evangelho, narra a concepção, o nascimento e a pregação de João Baptista, marcando assim o advento do Reino de Deus no meio dos homens. A Igreja celebra-o desde os primeiros séculos do cristianismo. É o único santo cujo nascimento (24 de Junho) e martírio são evocados em duas solenidades pelo povo cristão. O seu nascimento é celebrado pelo povo com grande júbilo: cantos e danças folclóricas, fogueiras e quermesses fazem da sua festa uma das mais populares e queridas da nossa gente.
Quem virá a ser este menino?
Embora fossem os pais que desejaram e pediram este filho, foi o Senhor que o escolheu e marcou, ainda antes de nascer, para a missão que o esperava na vida (Evangelho). Também a Isaías, ao dar-se conta da missão a que era chamado na vida, o Senhor lhe revelou que o marcara antes de nascer (1ª leitura). E também a nós, antes de nascermos, nos marcou o Senhor para estes tempos cristãos, diz S. Pedro (2ª leitura). Deus não chama ninguém à vida sem uma missão que lhe dê sentido e os dotes e graças que para isso precisa. Importa é dar-se conta dela, ser-lhe fiel e «pôr no Senhor a nossa esperança» para a cumprir (Salmo). Fonte: Etiquetas: Liturgia
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domingo, 15 de junho de 2008
 Depois de tão belas reflexões e “ideias” de Deus, anteriormente escutadas, chegou vez de eu próprio vos dizer quem é para mim este Deus em que nos gloriamos de professar a nossa fé.[1]
Deus é sobretudo Pessoa. Pessoa – Amor. Ele fala-nos de Si mesmo. Convida-nos a termos um relacionamento com Ele. Não somente aprender sobre Ele, como conhecê-lo, intimamente. É um Deus que fala e estabelece uma relação pessoal com cada um. Deus convida-nos a conversarmos com Ele e deixá-Lo saber de tudo o que nos preocupa. "O Senhor está perto de todos os que o invocam com sinceridade". (Sl 145,18). Deus fala-nos de Si, a única diferença que existe, é que Ele é sempre honesto. "A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos." (Sl 119). Ele ama-nos tanto que quer que passemos a eternidade com Ele. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3,16). Jesus responde-nos à pergunta: quem é Deus? : “Antes que Abraão existisse, eu sou.” (Jo 8, 58.) Jesus veio para que cada um de nós pudesse conhecer e entender Deus de um modo pessoal. “Aquele que me viu, viu também o Pai” (Jo 14,9). Embora Deus deseje ter um relacionamento connosco, nós naturalmente, queremos fazer as coisas ao nosso jeito e assim afastamo-nos d’Ele. Conhecer apenas os propósitos e planos de Deus não basta. Precisamos, pela nossa própria escolha, aceitar Jesus Cristo e convidá-Lo a entrar na nossa vida. Só então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para a nossa vida. Nós aceitamos Jesus pela fé. "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus " (Ef 2, 8-9). Aceitar Jesus significa acreditar que Jesus é o Filho de Deus e então convidá-Lo a guiar e direccionar as nossas vidas e nos transformar em novas pessoas. (Jo 3,1-8). "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei" (Ap 3,20). Paulo afirma a respeito de Deus: “Serei para vós um Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso” (Is 52,11; Jr 31,9), (2 Cor 6,18). Deus é o meu refúgio, a minha luz e a minha salvação, fonte de vida em abundância, a rocha firme em que desejo construir a minha casa (vida).
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[1] IntroduçãoEtiquetas: Quem é Deus?
publicado por Carlos Santos | Comentar (2) 
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Estou perante um dilema! Pois falar de Deus é difícil…Parece que todas as palavras que existem no nosso vocabulário são insuficientes para O definir. Como hei-de resolver este problema bom? É fácil…Vamos simplificar as coisas! Deus é, simplesmente, AMOR. Tudo aquilo que fez, que faz e que fará é por amor! Disso não tenho dúvidas! Conhecemos o amor de Deus quando nos colocamos diante do drama da cruz e ali contemplamos com toda a nitidez o sofrimento pelo qual Jesus passou a nosso favor, de tal maneira, que todas as nossas faltas fossem perdoadas. Na realidade, Deus ama-nos com um amor que nos toca a cada um de nós individualmente. Deus ama-me, da mesma forma que ama a cada indivíduo onde quer que esteja, qualquer que seja o seu passado, por onde quer tenha andado, o que quer que tenha feito, independentemente, da sua raça, da sua classe social, do seu grau académico, da sua língua e da sua cultura. As coisas mais belas da vida não podem ser vistas nem tocadas, mas sim sentidas pelo coração. O mesmo acontece com Deus, não O vejo, não O toco, mas sinto que está comigo todos os segundos da minha vida. Para finalizar deixo uma pequena frase para reflectir: “Quem não ama não conhece Deus, porque Deus é amor.” 1Jo 4,8
segunda-feira, 2 de junho de 2008
 “Estar perto Dela especialmente neste mês de Maio é somente um caminho para estar perto de Cristo porque Ela sempre nos aproxima a Ele”. “Para mim significa criar um contacto quotidiano, é um momento no qual desconecto de tudo, não há movimento, nada, somente o contacto directo para abandonar tudo, meu dia completo, minhas preocupações, tudo o que eu tenho”. “Para mim rezar o terço no mês de Maio especialmente é uma devoção a Maria, porque é a mãe de Deus, Ela teve 9 meses Jesus no seu ventre e a fé ao menos um mês para rezar o terço”. “Um momento para estar com o Senhor e dizê-lo tudo, rezar repetidamente, só em paz, rezar e somente estar próximo a Ele”. “É uma forma de levar ao mundo a oração e também de recordar ao mundo os mistérios de Deus, os mistérios da vida de Jesus”. “Estar mais próximo de Jesus Cristo com sua mãe. Deus veio ao mundo e Ela é parte desta graça somente ao meditar sua vida com Jesus na terra”. “Até agora estou descobrindo em fragmentos do Evangelho esses mistérios com a Virgem Maria, e penso que como mulher posso sempre descobrir na minha vida um pouco mais a Virgem Maria”.
Etiquetas: Maria
publicado por Carlos Santos | Comentar (0) 
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O Nosso Lema é
VIVER * AMAR * SERVIR
O NOSSO FÓRUM
Jesus disse:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.
Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por Minha causa, salva-la-á.
Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vier a prejudicar a sua vida?
Ou que dará um homem em troca da sua vida?...
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras."
Neste espaço virtual, queremos também deixar passar Deus, reflectindo sobre Ele, nós e o mundo.
Aniversário - 29 de Abril - SANTA CATARINA DE SENA (Virgem, Doutora da Igreja e co-padroeira da Europa)
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